sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Sozinha

Sinto-me estranha
Estranhamente perdida
Correndo atrás
De uma alma desaparecida

Sinto-me sozinha
Mesmo em meio a multidão
Sinto-me traída
Abandonada, sem coração

Em bora esteja em casa
Calada; cansada
Sinto-me em uma floresta
vazia, escura, sombria e fria
Como um pássaro sem asa
Para poder voar

Sinto que cortaram me os braços
Minhas pernas, meus laços
Sinto que me tiram de uma prisão
Porém não posso andar

Sinto-me perdida dentro de seu coração

Beatriz A.
(Ficou uma porcaria)

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